Natália LimaPsicóloga clínica · CRP 06/184719
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Psicoterapia para transtorno bipolar

Viver com transtorno bipolar vai além de controlar o humor. É também voltar a se reconhecer na própria história.

Psicoterapia para adolescentes e adultos com transtorno bipolar, que caminha junto com o acompanhamento psiquiátrico. Um espaço para entender o que acontece, reconhecer seus sinais e elaborar o que cada fase deixou na sua vida.

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  • Online: todo o Brasil e brasileiros que vivem no exterior
  • Presencial: Presidente Prudente/SP
Natália Lima, psicóloga, em pé e sorrindo, com blusa bege e saia branca

Sobre o transtorno bipolar

O transtorno bipolar não é falta de controle nem defeito de caráter.

É uma condição de saúde que afeta o humor, a energia, o sono e a forma de se relacionar com o mundo. Muitas vezes, além dos episódios, ficam as consequências: conversas difíceis, decisões que pesam e o medo do que pode vir depois.

Essa experiência pode incluir

  • Períodos de energia intensa, pouca necessidade de sono e pensamentos acelerados
  • Decisões impulsivas que depois trazem arrependimento
  • Fases de tristeza profunda, cansaço e perda de interesse
  • Irritabilidade e desgaste nas relações
  • Culpa pelo que aconteceu durante uma crise
  • Dúvidas sobre o que é você e o que é o transtorno
  • Medo de que a estabilidade não dure

Na psicoterapia, trabalhamos para

  • Compreender o transtorno e como ele se manifesta em você
  • Identificar sinais precoces de mudança de humor
  • Cuidar da rotina e do sono, em diálogo com o tratamento psiquiátrico
  • Elaborar culpas, perdas e marcas deixadas pelos episódios
  • Reconstruir vínculos e a confiança em si
  • Construir uma relação mais consciente com o diagnóstico e o tratamento

Pilares

Três frentes de um mesmo cuidado

Compreender

Entender o que é o transtorno, como ele se apresenta na sua vida e por que a continuidade do tratamento importa.

Elaborar

Dar lugar à sua história, às relações e ao que as crises deixaram, para além dos sintomas.

Sustentar

Transformar o que foi compreendido em cuidados possíveis no dia a dia, como reconhecer sinais, organizar a rotina e saber quando pedir ajuda.

Natália Lima sentada em uma poltrona de madeira, com blusa preta de renda

Abordagem

Conhecimento sobre o transtorno e escuta da sua história

Psicoeducação: conhecer para cuidar melhor

Informação clara sobre fases, gatilhos, sinais e tratamento, para que você e, quando fizer sentido, sua família participem do cuidado.

Psicanálise: o que o diagnóstico não conta sobre você

Nenhum diagnóstico resume uma pessoa. A escuta abre espaço para o que você viveu, sente e deseja.

A psicoterapia complementa o acompanhamento psiquiátrico e não substitui a medicação.

Como funciona

Do primeiro contato às sessões

  1. Primeira sessão

    Conversamos sobre o que trouxe você até aqui, seu histórico e o tratamento atual.

  2. Combinados

    Definimos juntos a frequência, o formato e os objetivos do acompanhamento.

  3. Sessões

    Encontros de 50 minutos, online ou presenciais, com sigilo.

  4. Cuidado em conjunto

    A psicoterapia caminha junto com a psiquiatria. Se você ainda não tem esse acompanhamento, conversamos sobre como buscar.

Quem conduz

Natália Lima

Sou psicóloga clínica (CRP 06/184719), com especialização em Psicopatologia, Psicanálise e Clínica Contemporânea e extensão em Psicofarmacologia. Sou responsável pelo setor de psicologia da Clínica Viva, centro especializado em reabilitação psiquiátrica em Presidente Prudente, e sócia da Clínica Falco e Ricci Qualidade de Vida, com mais de 40 anos de atuação em atendimento psicológico.

Tenho experiência com pacientes com transtorno bipolar no consultório e na Clínica Viva.

Vejo com frequência o diagnóstico chegar junto com culpa, medo e dúvidas sobre a própria identidade. Escolhi me dedicar a esse cuidado porque cada pessoa precisa de mais do que um nome para o que sente: precisa entender o que vive e ter onde falar da própria história.
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Natália Lima, de pé ao lado de uma planta, com as mãos entrelaçadas

Perguntas frequentes

O que costumam me perguntar

Preciso ter diagnóstico para agendar?

Não. Se existe a suspeita, conversamos sobre o que você vive e, quando necessário, oriento a buscar avaliação psiquiátrica.

A terapia substitui a medicação?

Não. Mudanças na medicação devem ser sempre avaliadas com o psiquiatra.

O transtorno bipolar tem cura?

É uma condição de longo prazo. Com tratamento contínuo, muitas pessoas conseguem mais estabilidade e qualidade de vida, mas cada percurso é único.

Atende pessoas em crise?

Não. Meu trabalho é o acompanhamento psicoterapêutico contínuo e não inclui o atendimento de pessoas em crise. Durante uma crise, o primeiro passo é procurar o psiquiatra ou um serviço de emergência. Passado esse momento, podemos conversar sobre iniciar a psicoterapia.

Moro em outra cidade ou fora do Brasil. Posso ser atendida(o)?

Sim. O atendimento online alcança todo o Brasil e brasileiros que vivem no exterior. Na primeira sessão avaliamos se o formato é adequado ao seu momento.

Minha família pode participar?

Quando houver indicação clínica e o seu consentimento, sim. As sessões são sigilosas, nos limites previstos pelo Código de Ética.

Atende adolescentes?

Sim, com o consentimento dos responsáveis.

Qual é o valor da sessão? Atende por convênio?

Envie uma mensagem pelo WhatsApp para receber valores, formas de pagamento e horários atualizados.

Seu diagnóstico faz parte da sua história, mas não é ela inteira.

Se fizer sentido para você, podemos começar por uma conversa.

Agendar primeira sessão

Este site e o WhatsApp não são canais de urgência. Em caso de risco à sua vida ou à de outra pessoa, ligue para o SAMU (192) ou procure a emergência mais próxima. Para conversar com alguém a qualquer hora, o CVV atende pelo 188, gratuitamente.

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